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Aprovação de viagem corporativa: como desenhar um fluxo que não atrasa a viagem

Quem deve aprovar, o que precisa de aprovação, o que o aprovador precisa ver e como prazos e substitutos evitam que a tarifa suba enquanto o pedido espera.

A aprovação de viagem corporativa é a etapa em que alguém com autoridade autoriza a viagem antes da compra. Ela garante que o gasto foi aceito por quem responde por ele e que exceções à política foram vistas e justificadas.

O problema é o tempo. Tarifa aérea muda ao longo do dia e reservas expiram. Enquanto o pedido espera na caixa de entrada do gestor, a opção cotada pode sumir ou ficar mais cara, e a TMC precisa cotar tudo de novo. Um bom fluxo de aprovação protege o orçamento sem virar o motivo de a viagem custar mais.

Por que a aprovação costuma atrasar

  • O aprovador precisa entrar em outro sistema, lembrar a senha e procurar o pedido.
  • O pedido chega por e-mail e se perde entre dezenas de outras mensagens.
  • Falta informação para decidir, e o aprovador devolve com uma pergunta, o que reinicia a espera.
  • Não há substituto quando o aprovador está em férias, em reunião ou ele mesmo viajando.
  • Tudo precisa de aprovação, inclusive a viagem que já está dentro da política.

Os modelos mais comuns

Pré-aprovação de toda viagem. Cada pedido passa pelo gestor antes da compra. Dá controle total, mas cria fila e costuma ser o modelo que mais atrasa.

Aprovação só por exceção. Viagens dentro da política seguem direto para a emissão, e só as que fogem da regra vão para aprovação, com a justificativa do viajante. Exige uma política bem escrita e aplicada na cotação, mas reduz muito o volume de pedidos parados.

Aprovação por alçada. O valor da viagem define quem aprova: até certo limite, o gestor direto; acima dele, a diretoria. Funciona bem combinado com a aprovação por exceção.

Aprovação em mais de um nível. Gestor e, depois, financeiro ou diretoria. Faz sentido para viagens internacionais ou de valor alto, mas cada nível a mais soma tempo de espera.

Não existe modelo certo para todas as empresas. Uma regra prática é reservar a aprovação para o que realmente precisa de julgamento e deixar que a política resolva o resto.

O que o aprovador precisa ver para decidir em segundos

O pedido de aprovação deve trazer, numa única mensagem, tudo o que é necessário para decidir sem perguntar nada:

  • quem viaja, para onde, em que datas e por qual motivo;
  • o centro de custo ou o projeto;
  • a opção escolhida, com o valor total;
  • se a opção está dentro da política e, se não estiver, qual regra foi descumprida e a justificativa;
  • a alternativa mais barata disponível, quando a escolhida não é a mais barata;
  • até quando a tarifa está garantida.

Com isso, aprovar ou recusar vira uma decisão de segundos, e não uma troca de mensagens.

Prazos, lembretes e substitutos

Defina na política quanto tempo o aprovador tem para responder e o que acontece se ele não responder: um lembrete, depois o encaminhamento ao substituto ou ao nível acima. Evite a aprovação automática por falta de resposta, a menos que ela esteja escrita na política e o caso esteja dentro da regra.

Mantenha a lista de substitutos atualizada. Boa parte dos pedidos parados é de aprovadores que simplesmente não estavam disponíveis.

Registro e auditoria

Cada aprovação deve deixar rastro: quem aprovou, quando, o que estava sendo aprovado e qual justificativa foi apresentada. Esse histórico protege o viajante e o aprovador numa auditoria e alimenta os relatórios de exceção que orientam a revisão da política.

O papel da TMC na aprovação

Para a TMC, a aprovação é uma etapa do atendimento: enviar o pedido ao aprovador certo, cobrar a resposta, conferir se a tarifa ainda está válida, cotar de novo quando ela expira e emitir assim que a aprovação chega. Quando essa cobrança é manual, ela ocupa uma parte grande do dia do consultor e é onde surgem os atrasos.

Aprovação pelo WhatsApp

O canal faz diferença. Quando o pedido chega no WhatsApp com o resumo completo, o aprovador responde na própria conversa, de onde estiver, sem login e sem procurar o pedido em outro sistema.

No Blis Business, a política de cada cliente corporativo é aplicada antes de a opção chegar ao viajante, e o aprovador confirma direto pelo WhatsApp oficial da TMC. O histórico da conversa fica disponível para o consultor, que pode assumir o atendimento a qualquer momento. A política que define o que precisa de aprovação está no texto como montar uma política de viagens corporativas.

Lista de verificação

  • Modelo de aprovação escolhido (toda viagem, por exceção, por alçada ou em níveis)
  • Pedido de aprovação com todas as informações para decidir
  • Prazo de resposta e lembrete definidos
  • Substitutos para ausências
  • Registro de quem aprovou, quando e com qual justificativa
  • Canal em que o aprovador já está, sem novo login

Se você quer ver esse fluxo com os aprovadores de uma das suas contas, fale com um especialista.

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